segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Desobediência pode custar caro

Algumas cidades e Estados brasileiros poderão pagar um preço alto por ignorar a lei das cadeirinhas, que entrou em vigor no dia 1º de setembro em todo o País por determinação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Semana passada, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) afirmou que poderá acionar o Ministério Público se denúncias de desobediência à nova legislação chegarem ao órgão. A provocação começou com alguns gestores municipais e estaduais do trânsito que resolveram adiar, por conta própria, o início da fiscalização nas ruas para o dia 1º de outubro, indo de encontro à determinação do Contran.

Entre os ‘ousados’, acreditem, está a cidade de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, e o Estado do Rio de Janeiro. Os argumentos dos gestores para o adiamento da fiscalização é que está faltando equipamento no mercado e, por isso, a população não pode ser penalizada. Há, também, os que alegam que não houve campanhas educativas que orientassem os motoristas, o que é verdade. A Resolução 277 foi baixada pelo Contran em 2008, com prazo para entrar em vigor dois anos depois, mas nenhum tipo de divulgação foi realizada pelo governo federal. Inoperância, aliás, comum quando o foco são as campanhas educativas de trânsito. Mesmo assim, a lei das cadeirinhas deveria ter entrado em vigor no dia 9 de junho, mas foi adiada por três meses exatamente para permitir que as pessoas comprassem os equipamentos e o comércio se abastecesse para atendê-las. Quem não se programou, não o fez porque não quis. E como o brasileiro é conhecido por deixar tudo para a última hora, se o Contran resolvesse adiar a aplicação da lei por mais um ano ainda teríamos pais pegos de surpresa.

É pouco provável que o Denatran tome atitudes severas como ameaça, ainda mais quando o argumento dos gestores do trânsito têm fundamento. Mas é fato que a lei das cadeirinhas tinha que entrar em vigor há muito tempo. Elas podem custar caro, ocupar muito espaço no carro e até serem incômodas em alguns momentos, mas salvam a vida das crianças no caso de acidentes. E é isso o que importa. É inadmissível que ainda vejamos pessoas transportando os filhos pequenos soltos no banco de trás, às vezes até sentados entre os bancos dianteiros, ou no colo de um adulto. Portanto, adiar a fiscalização é perda de tempo, até porque sabemos que o brasileiro só assimila e cumpre a lei quando o desrespeito pesa no bolso.

Quem não se programou, não o fez porque não quis. O brasileiro é conhecido por deixar tudo para a última hora

Fonte: JC On line

domingo, 12 de setembro de 2010

Segurança de Trânsito é tema de programa na Globonews

Alexandre Garcia recebeu o diretor do Denatran e presidente do Contran Alfredo Peres da Silva e o professor especialista em trânsito David Duarte para debater sobre a segurança nos automóveis e as falhas e qualidades da atual legislação de trânsito.

Segundo Alfredo Peres da Silva, o uso do cinto de segurança continua sendo o principal fator de redução de mortes no trânsito em pesquisas realizadas no mundo inteiro.




Fonte: GloboNews


sábado, 11 de setembro de 2010

Carro, problema que se agrava

Também nas cidades de porte médio localizadas nas vizinhanças das regiões metropolitanas do Sudeste e do Sul do País, as pessoas tendem cada vez mais a optar pelo carro para seus deslocamentos diários, como mostram dados do Departamento Nacional de Trânsito. Em consequência, congestionamentos, acidentes, poluição e altos custos de manutenção da malha viária passaram a fazer parte da lista dos principais problemas desses municípios. 
De acordo com ranking de carros per capita no País, feito pela reportagem do Estado, com base naqueles dados, ocupam os dez primeiros lugares as cidades de São Caetano do Sul, Curitiba, Campinas, Santo André, Jundiaí, Florianópolis, Valinhos, Blumenau, São Paulo e Brusque.

Curitiba - com 1,8 milhão de habitantes e um serviço de ônibus de boa qualidade, que serviu de modelo até para cidades de outros países - aparece como a segunda colocada entre as que possuem maior número de automóveis por habitante. Há 488 carros para cada grupo de mil habitantes, mas, apesar disso, a capital paranaense ainda não sofre com os congestionamentos típicos das grandes cidades. Isso porque apenas 22% da população usa seus veículos no cotidiano. Em São Paulo - que tem 11 milhões de habitantes, um sistema de transporte coletivo de má qualidade e aparece na nona colocação, com 412 veículos por mil pessoas - 45% dos habitantes se locomovem de carro diariamente.

Cidades menores, com custo de vida menos elevado que o das capitais, baixo índice de desemprego e poder aquisitivo mais alto, tiveram suas frotas aumentadas em progressão geométrica nos últimos anos. A facilidade de crédito e a isenção de impostos são alguns dos elementos que têm colaborado para a realização do sonho de ter um carro. E os brasileiros desses municípios passaram a utilizar seus carros até para percorrer curtas distâncias, mesmo perdendo tempo nos congestionamentos e apesar dos alertas das autoridades sobre os danos provocados ao meio ambiente pelo aumento da frota.

Em cidades maiores, como São Paulo e Campinas, para fugir da violência e do estresse urbano, milhares de moradores se mudaram para condomínios fechados situados nas vizinhanças, onde ônibus e metrô não chegam. O planejamento metropolitano não acompanhou o movimento dessa parcela da população e, por isso, além da falta de transporte público, as malhas rodoviárias cresceram muito abaixo da necessidade. Alphaville, Tamboré, Granja Viana e Arujá são exemplos de bairros localizados em cidades vizinhas da capital, habitados quase que exclusivamente por paulistanos que, diariamente, vão e vêm com seus automóveis em longas e lentas viagens.

Além disso, carro continua a ser sinônimo de status para milhões de brasileiros de todas as regiões. A sua necessidade vem, muitas vezes, em segundo lugar. Há 35,3 milhões de veículos em todo o País, um crescimento de 66% nos últimos nove anos. Não por acaso, oito Estados já registram mais mortes por acidentes de trânsito do que por homicídios.

Na maioria das cidades dos países desenvolvidos, o número de automóveis por habitante é mais elevado do que o das capitais brasileiras. Mas na Europa e em muitas cidades americanas - onde existem bons sistemas de transporte - os proprietários em geral usam seus carros para viagens e passeios de fim de semana, não para trabalhar e outros pequenos percursos, como acontece aqui.

Ter carro não é problema. O problema está no fato de os brasileiros, na maioria dos casos, serem levados a usar seus veículos para ir e voltar do trabalho pelas notórias deficiências do transporte coletivo. Até mesmo em Curitiba, onde apenas 22% da população usa o carro diariamente, os administradores públicos já identificaram a piora no trânsito e têm investido na expansão de ciclovias, na melhoria de calçadas e em sistema de transporte integrado para desestimular o uso de veículos.

Essa é a orientação a ser seguida pelas nossas cidades. No caso das metrópoles, como São Paulo, também com pesados investimentos em transporte sobre trilhos - metrô e trens. 

Fonte: O Estadão

Cuidado ao dirigir e passar mensagem ao celular

Você fala e/ou manda mensagens pelo telefone, enquanto dirige?
Pois bem, EU TAMBÉM! 
MAS, DE HOJE EM DIANTE, NÃO O FAREI MAIS.
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                                                  Adílio Valadão

"Se você achar que as imagens deste vídeo só ocorrem "lá fora", com os gringos, você está parcialmente correto: socorro quase imediato, com equipamentos daquele nível, DOIS helicópteros chegando em seguida, só "lá fora", realmente.

Infelizmente, o restante das imagens, a dor, o sangue, as mortes, ah, meus caros, isto ocorre "aqui", também: morrem mais de cem brasileiros POR DIA, no Brasil, e ficam feridas mais de duzentas pessoas, também por dia. Gente, igualzinho aos do vídeo, ou seja, nossos amigos, nossos filhos, nossos netos, nossos parentes, nós mesmos.

O exemplo tem de começar em casa, de quem fala sobre os horrores do trânsito.

Bom fim de semana a todos, sem acidentes, com a Graça de Deus.

AdilioValadão.









ASSISTA O VÍDEO ABAIXO,  E PREPARE-SE PARA
ASSISTIR CENAS ALTAMENTE CHOCANTES MAS QUE PODERÃO
DESPERTA-LO PARA A VIDA




 Assistam, sempre que possível, o filme abaixo indicado.



Recomende-o a seus amigos, seus filhos e amigos de seus filhos
 

Outros sites sugeridos:
Alguns minutos assistindo poderão levá-lo para uma vida longa
e sem problemas no trânsito. Assista com paciência e fuja dos acidentes.
Seja prudente. Se vai dirigir, não beba.
SEJA BOM CIDADÃO 
AGINDO COM SEGURANÇA E DISCIPLINA
Como motorista: Siga as leis. Respeite os sinais. Respeite o próximo.
Como pedestre: Observe as faixas. Espere o Sinal verde.



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Morrem, por dia, no Brasil, mais de cem pessoas.
Isto equivale à queda de um avião da Ponte Aérea Rio-São Paulo, todos os dias.
Ou de um Air Bus A 330, a cada três dias!
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"A educação é o instrumento capaz de formar cidadãos mais conscientes e preparados para enfrentar a vida e o trânsito"

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Rotarianos no Trânsito - Mensagem do Coordenador

MENSAGEM DO COORDENADOR, ADÍLIO VALADÃO

Amigos e Amigas Rotarianos e Não Rotarianos

A criação do Grupo ROTARIANOS NO TRÂNSITO deveria ter ocorrido quando o EGD Waldir Ribeiro era Governador. Motivos de força maior impediram que isto ocorresse, o que só veio a acontecer no período do Governador Antonio Carlos Coutinho, sendo o Grupo criado com seu prévio conhecimento e apoio imprescindíveis ao êxito desejado. Como imprescindível também é o apoio e orientação do EGD Joper Padrão, a quem carinhosamente chamamos de Mentor Maior, face à sua experiência rotária, de vida e de comandar movimentos como este.

O fato de termos correspondentes Brasil afora, rotarianos e não-rotarianos, demonstra a importância e oportunidade de abordarmos o assunto, já que ninguém é poupado pela foice cruel da morte, quando ela age em qualquer lugar, atingindo qualquer pessoa. E, infelizmente, não podemos usar palavras que cheirem a rosas ou chá de flor de laranjeira, quando a seta insensível dos gráficos aponta para cima, para um número crescente de mortos e feridos por dia em acidentes de trânsito.

E que ninguém diga que estamos atraindo o mal falando nele, pois ele não precisa ser atraído, ele já está aí, aqui, em todo lugar, agindo. Agindo, matando, ferindo.

Visitem o site WWW.apatru.org.br e vejam os cortantes depoimentos que ali se encontram. Só assim poderemos dimensionar corretamente o problema e agir ANTES que ainda mais vidas sejam ceifadas daquela maneira.

Não é sadismo ou masoquismo de nossa parte, muito antes pelo contrário, relatar acidentes que podem, sim, acontecer conosco ou com entes queridos. É melhor tentarmos conscientizar pessoas com o uso de palavras, palavras duras e cruéis, reconheço, porém mais amenas que a dor sentida na própria carne.

Alguém quer perguntar a Cissa Guimarães se eu estou errado? Ou ao pai pernambucano que, na mesma época da morte do filho dela, teve seu filho que tinha o sugestivo nome de Bruce Cristian estupidamente assassinado porque o pai cometeu o CRIME de não parar na blitz DE TRÂNSITO que era realizada por policiais. E os jornais e TVs mostraram o pai desesperado abraçado ao corpo inerte do menino de, tão somente, 14 anos.

É para não falar desse assunto? É para deixar sair de pauta, de nossa cabeça? Ou é melhor ficar em nossa cabeça, cabeça onde aquele deputado de Curitiba poderia ter aterrissado, já que ele aterrissou sobre as cabeças de dois jovens de 22 anos? Quem viu o desespero de uma das mães, já conseguiu esquecer?
Pessoal, vamos utilizar o Rotary e seus componentes, e os parceiros que estão chegando, para multiplicarmos nosso inconformismo, nossa revolta com tanto descalabro, com tanta coisa macabra.
Vamos fazer igual ao Rotariano João Eduardo, que arregaçou as mangas, pôs mãos à obra e criou um blog:
http://rotarianosnotransito.blogspot.com, não ficando somente na retórica.
Nosso mais novo Comunicador, o Companheiro Roberto Flávio, logo arranjou uma forma de colocar no ar entrevista com o EGD Joper e comigo, na Rádio Catedral, e saiu difundindo pelas paróquias do Rio o tema da entrevista, clamando a todos pela urgência da questão, além de espalhar milhares de e-mails Brasil afora.

Sugiro que se promovam eventos sobre trânsito, apóiem os já existentes, dêem aulas a jovens sobre Trânsito, convidem ou façam palestras em seus clubes, entidades diversas, lojas maçônicas, demais clubes de serviço, entidades religiosas, reunião de senhoras, da Terceira Idade, contatem autoridades locais de trânsito buscando apoio, etc., etc., etc.

Mas façam acontecer, ajam como o João Eduardo, Roberto Flávio e Antonio Joaquim (o incansável Mestre da Internet), entrem na Banda e toquem, ao invés de apenas vê-la passar.

Adilio Valadão."

Onde está a qualidade de trânsito para os que andam a pé

“Você costuma matar animais? Pensar mal das pessoas, xingá-las? Você atropela pedestres? Ou ainda: você mata mosquitos? Desculpe-me, mas eu sou chato”, assim Philip Gold, seguidor da filosofia budista tibetana, que dita respeito a qualquer forma de vida, iniciou sua palestra sobre violência viária, sobre as práticas acima e como todas elas são formas de violência, nos tornando criminosos em potencial.

“Todos os dias, centenas de pessoas morrem no trânsito. São pedestres, ciclistas e condutores agindo de maneira violenta uns contra os outros. No entanto, nem só de mortos e machucados é composto o quadro da violência. Atitudes muito mais simples e sutis, como xingar o motorista que demora ou não reduz a velocidade para pedestres também faz parte desse cenário. Tudo contribui para a violência no trânsito”, diz Gold, especialista em segurança viária e mobilidade urbana e diretor da Gold Projects.

O consultor, que prestou serviços para o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e outras entidades internacionais, acredita que são muitas as falhas de engenharia que colocam em risco todo o delicado organismo que consiste o trânsito, sobretudo quando o assunto é circulação a pé. “As rodas vieram depois dos pés e, mesmo assim, damos mais importância para o primeiro. Todos os planejamentos urbanos são pensados para os veículos. No entanto, somos pedestres em qualquer deslocamento que fazemos. E as falhas da mobilidade são muitas: problemas nas calçadas, falta de sinalização, intervenções que prejudicam os trajetos a pé e outros. Não são pequenos detalhes, são questões que atrapalham todo o fluxo”, avalia.

O consultor cita uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) para mostrar como as condições precárias das vias para pedestres custam caro. “São R$ 2,5 mil por tropeço; e R$ 3,1 bilhões por ano no país inteiro gastos na recuperação da saúde de pessoas que tropeçam em calçadas”, alarma.

Apesar disso, Philip se declara contra a priorização do pedestre no trânsito, e sim que seja dado tratamento igual ao dos demais componentes do sistema viário. “É uma questão de elevação da qualidade das conduções a pé ao mesmo nível de qualidade do sistema de transporte. Eu discordo 100% dos técnicos que dizem que deveríamos priorizar condições para o pedestre”, diz.
Quando perguntado sobre o caminho do meio para o trânsito, o consultor internacional em transportes e tráfego responde. “Precisamos trabalhar em favor do tratamento justo e decente para todos em todas as situações no sistema de transporte urbano: segurança e fluidez – é simplesmente o mesmo nível de qualidade para os que andam a pé. Quando se tem planejamento, nada é um problema”, reflete o especialista.

Fonte: Perkons


segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Trânsito é que mais mata crianças

Os acidentes de trânsito representam hoje a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos no Brasil. Os dados mais atualizados do Ministério da Saúde apontam para em torno de 2,2 mil óbitos anuais por essa causa. Em Goiás, quase 500 morreram desde 2001, e em cerca de um quarto dos casos, a vítima era passageira de veículo automotor. O avanço das mortes no trânsito de pessoas dessa idade foi de mais de 100%.

É nesse contexto que entra em vigor, no dia 1º de setembro, resolução do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) que estabelece normas para o transporte de crianças. Até os 7,5 anos, elas devem viajar no banco traseiro usando dispositivo de retenção (bebê-conforto, cadeirinha, assento de elevação ou cinto de segurança). Com o objetivo de orientar o leitor sobre as regras e de informar sobre os riscos a que estão sujeitas crianças que são transportadas em desacordo com a legislação, o POPULAR publica, de hoje a quarta-feira uma série de reportagens sobre o tema. Hoje, especialistas analisam flagrantes fotográficos de crianças sendo transportadas de forma irregular em Goiânia.


Maus exemplos não faltam. É comum encontrar pais pegando os filhos na escola e os acomodando de qualquer jeito no carro. Viajam soltos ou no colo de adultos, aumentando o risco de morte e lesão em caso de acidente ou freada brusca. Sistemas de retenção instalados nos veículos e usados adequadamente pela criança reduzem em cerca de 71% o risco de óbito e de ferimentos, apontam estudos.


"Em um acidente, elas podem ser jogadas para fora. Uma criança que pesa 10 quilos dentro de um carro que trafega a 50 km/h, no momento do trauma pesará meia tonelada", diz o ortopedista e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot), Robson Azevedo.


"É ilusória a sensação dos pais de que irão conseguir segurar o filho no colo para que ele não seja ejetado durante uma colisão, já que a criança passa a ter um peso proporcional calculado conforme a velocidade do veículo", observa a pediatra paulista Simone Abib, da organização não-governamental Criança Segura.


Segundo a pediatra, diferentemente do que ocorre com o passageiro adulto, no caso da criança (dependendo da sua idade), se ela viaja na frente, a parte que primeiramente atingirá o painel do carro é o pescoço. "Isso provocaria lesão das vias aéreas e da coluna cervical, levando a óbito ou causando seqüelas permanentes, como a tetraplegia (perda dos movimentos do pescoço para baixo)", diz.


Alessandra Françoia, coordenadora-nacional da Criança Segura, considera que o Brasil vive um momento único em relação ao transporte seguro de crianças. 


"Nossa expectativa é de que haja redução do número de mortes e de sequelas causadas pela falta do uso do cinto ou dispositivo equivalente por crianças", avalia. Esta é a primeira vez, ressalta Alessandra Françoia, que se promove uma regulamentação sobre o assunto.

Fonte: Trânsito Seguro