segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Rotary Club na Caminhada pela Paz no Trânsito


O Rotary Club este engajado neste domingo, 21, na grande caminhada que aconteceu na região da orla marítima de João Pessoa, começando as 16h, com uma concentração no Posto 99, na Avenida Epitácio Pessoa, de onde seguiu para a orla das praias de Tambaú e Cabo Branco.
A campanha tem o apoio de dezenas de instituições, entre emissoras de televisão e rádio, associações, sindicatos, conselhos, ONG’s e movimentos religiosos, além de empresas privadas, como a Antares Comunicação, que assinou toda a criação estratégica e de arte da campanha.
Companheiros dos clubes de Rotary: João Pessoa, João Pessoa Bancários, João Pessoa Norte, João Pessoa Sul, Tambaú, Manaira  e Guarabira, estiveram presentes com bandeiras, camisa e bonés do Rotary Club e juntamente com seus familiares participaram ativamente da caminhada.
O presidente da OAB-PB, Odon Bezerra, destaca que a campanha poderá resultar em grande colaboração da sociedade civil a um projeto governamental que venha a concorrer, a médio e longo prazo, para a solução definitiva dos problemas que se verificam no trânsito na Paraíba.
O Companheiro João Eduardo Melo do Rotary Club João Pessoa Bancários e especialista em segurança e educação de trânsito, considerou um sucesso o engajamento conjunto dos clubes de Rotary das áreas 15 e 16 nesta ação, lembrando que este momento deve ser apenas o passo inicial para diversas atividades que coloquem em destaque o debate deste tema tão essencial na vida da comunidade, pelo Rotary com a sociedade.

domingo, 6 de novembro de 2011

Tribuna Livre: Rotary divulga Campanha do Trânsito “Em Palmas nós paramos na faixa”



Por Ludimar C. Fontana
Assessoria



O representante do Rotary Clube de Palmas, Pedro Luiz Garcia Vieira, utilizou a tribuna da Câmara de Vereadores na 37ª Sessão Ordinária para detalhar sobre a campanha de conscientização e segurança no trânsito com foco no respeito a faixa de segurança.

Nos próximos dias o Clube de Serviço em parceria com escolas, entidades públicas e comerciantes estará sensibilizando os motoristas, motociclistas e pedestres de Palmas para a importância de se respeitar as leis de trânsito, especialmente as faixas de pedestres localizadas na área urbana da cidade.

O evento chamado \"Em Palmas nós paramos na faixa\", é voltado para a reeducação no trânsito, tem o intuito de diminuir o número de acidentes na cidade, bem como implementar o respeito mútuo entre motoristas e pedestres. De acordo com o coordenador da campanha, os motoristas palmenses muitas vezes quando saem da cidade acabam respeitando muito mais as regras de trânsito, “Por várias vezes presenciei motoristas de Palmas em outros municípios respeitando a faixa de pedestres, rotatória e usando o cinto, coisa que infelizmente não fazem por aqui”, disse Garcia.

Segundo o vereador Vilmar Borges, várias são as questões que levam a violência e a desordem no trânsito, sobretudo a falta de fiscalização da Polícia Militar, mas sem sombra de dúvidas o fator primordial da violência do trânsito é o humano. “A campanha é um alerta para os problemas da falta de respeito dos motoristas que não param na faixa de segurança quando o pedestre que atravessar a rua”, explica Borges.

Desde os condutores de veículos, ciclistas, motociclistas e mesmo os pedestres ficam praticamente alheios as mais simples regras de circulação e para o rotariano Pedro Luiz Garcia a campanha é um apelo “pela normalidade de se conduzir nas ruas, respeitando as faixas de pedestres”. Garcia acredita que os resultados não virão a curto prazo, o prognóstico do Rotary é que em dez meses alguns pontos positivos possam ser observados.

Participam do trabalho o Rotary, alunos da escola Tia Dalva, Assessoria de Comunicação da Prefeitura, a Câmara de Vereadores, Lions Clube, 15ª CIA de Engenharia de Combate, além dos órgãos de imprensa do município. Garcia salientou que as demais entidades que desejarem fazer parte da campanha, podem procurar o Rotary para informações.

Se beber não dirija. No Trânsito, o álcool é pior que uma arma


Prezados amigos e Companheiros:

Trânsito é responsável por mais de 40 mil mortes no País
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Dados do Ministério da Saúde divulgados hoje apontam que 40.610 pessoas morreram em acidentes de trânsito no Brasil em 2010, sendo que 25% delas foram vítimas de ocorrências com motocicletas. De 2002 a 2010, a quantidade de óbitos em acidentes com motos quase triplicou no País, saltando de 3.744 para 10.143 mortes.

"Os números revelam que o país vive uma verdadeira epidemia de lesões e mortes no trânsito", alertou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo ele, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que o Brasil ocupa o quinto lugar em ocorrências como essas, atrás apenas da Índia, China, Estados Unidos e Rússia.

Para o ministro, a decisão do Supremo Tribunal Federal de considerar que dirigir bêbado, mesmo sem causar acidente, é crime, pode contribuir para a melhora dessas estatísticas no trânsito.

De acordo com o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), entre 2002 e 2010, o número total de óbitos por acidentes com transporte terrestre cresceu 24%: passou de 32.753 para 40.610 mortes. Entre as regiões, o maior porcentual de aumento na quantidade de óbitos nesse período foi registrado no Norte (53%), seguido do Nordeste (48%), Centro-Oeste (22%), Sul (17%) e Sudeste (10%).

Internações - De acordo com Padilha, houve uma queda na proporção entre mortes em acidentes e internações. Em 2010, foram contabilizadas 145 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) causadas por acidentes,15% a mais do que em 2009. Isso representou um investimento de R$ 190 milhões só em procedimentos específicos. No período, houve um aumento de 8% no número de óbitos.

Motos - Em nove anos, os óbitos ocasionados por ocorrências com motos mais que triplicaram na Região Sudeste, saltando de 940, em 2002, para 2.948, em 2010, um crescimento de 214%. Os óbitos cresceram 165% no Nordeste, 158% no Centro-Oeste, 147% no Norte e 144% no Sul.

Os números do primeiro semestre de 2011 apontam que houve 72,4 mil internações de vítimas de acidentes de trânsito. Desse total, 35,7 mil eram vítimas de moto, o que representa quase 50%.

Ações - Os ministérios da Saúde e das Cidades assinaram, em maio deste ano, o Pacto Nacional pela Redução dos Acidentes no Trânsito - Pacto pela Vida. A meta é estabilizar e reduzir o número de mortes e lesões em acidentes de transporte terrestre nos próximos dez anos, como adesão ao Plano da Década de Ações para a Segurança no Trânsito 2011-2020, recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), com a coordenação da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Outra iniciativa é o Projeto Vida no Trânsito, lançado em junho de 2010, com o objetivo de reduzir lesões e óbitos no trânsito em municípios selecionados por uma comissão interministerial. Para inicio do projeto, as cidades escolhidas foram Teresina (PI), Palmas (TO), Campo Grande (MS), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR).

Atenciosamente,
Antônio J. C. da Cunha
Rotary Club Duque de Caxias
Coordenador de Comunicação do Grupo Rotarianos No Trânsito
Distrito 4570 de Rotary International

Rotary Clubes de Campo Grande realizam Fórum sobre o trânsito


Na cidade de Campo Grande (MS), a atual frota de veículos está de quase um veículo para cada dois habitantes, ou seja, entre os 800 mil habitantes existem quase 400 mil veículos. Quem dirige na cidade raramente não se incomoda com a falta de fluxo do trânsito. A fim de minimizar os problemas do trânsito que causam estresse, acidentes e mortes, os rotarianos dos sete clubes de Campo Grande organizaram o 1º Fórum Rotarianos no Trânsito, realizado no dia 27 de setembro, no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Mato Grosso do Sul.

Através do Fórum, os convidados puderam expor quais as principais atitudes a serem tomadas para melhorar o trânsito. A gestora da Divisão de Educação do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Inês Esteves, apresentou o tema "Políticas de Ações do Trânsito" e lembrou que a fluidez do trânsito dependa do tripé formado pela educação, pela fiscalização e pela engenharia. Ivanise Rotta, coordenadora geral do Projeto Vida no Trânsito, da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), destacou que a alta velocidade é a causa de 25% dos acidentes.

Uma das abordagens aplaudidas pelos presentes foi a do promotor público Alexandre Raslan, da 34ª promotoria de Meio Ambiente, que ao falar sobre "O trânsito e o meio ambiente contruído", questionou por que não existe a proibição de vendas de bebidas alcoólicas em postos de combustíveis, mas existe a proibição de vendas de salgadinhos nas escolas infantis. Os Rotary Clubes de Campo Grande vão realizar o 2º Fórum Rotarianos pelo Trânsito no dia 27 de outubro, a partir das 19h, também no auditório do Crea/MS. A segunda edição do Fórum terá convidados da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil), do Corpo de Bombeiros e do Sindicato dos Engenheiros.

Confira 
aqui o vídeo de abertura do 1º Fórum Rotarianos pelo Trânsito.

Fonte: Assessoria Distrito 4470

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Mulheres no trânsito; Elas dirigem mais e batem bem menos


Maringá é a cidade com o maior número de mulheres motoristas dentre quatro cidades pesquisadas pelo Detran do Paraná. O levantamento, que vai apontar o número de pessoas habilitadas em cada cidade do Estado, já apurou as informações sobre os motoristas de Londrina, Ponta Grossa e Guarapuava e Maringá. Os dados mostram que a cidade tinha, em junho, 189,7 mil motoristas, sendo 38,63% mulheres. Só no primeiro semestre deste ano, 1,2 mil mulheres se habilitaram na cidade.
O levantamento mostra ainda o crescimento do número de mulheres habilitadas nos últimos cinco anos. Nesse período, 21,4 mil mulheres tiraram CNH), saltando de 51,8 mil para as atuais 73,3 mil.
O aumento foi de quase 30%. Em 2006 Maringá tinha 146,5 mil motoristas habilitados, 35% do total eram mulheres e 65% homens. Hoje, a cidade tem 189,7 mil portadores de CNH e 38,65% são mulheres.
Londrina, com 251,8 mil motoristas, tem 87 mil mulheres habilitadas, o que representa 34,5%. Cerca de 3% menos que Maringá. Ponta Grossa, tem 115,4 mil habilitados, sendo que 37,7 são mulheres, pouco mais de 32,7% do total. E Guarapuava, a quarta cidade pesquisada, tem 62,2 mil motoristas, 20,2 mil mulheres (32,5%).
Seguro mais barato
Para a professora de psicologa Gescielly Tadei, do Centro Universitário de Maringá (Cesumar), o crescimento no número de mulheres ao volante é compatível com a evolução da mulher na sociedade. A professor frisa que aprender a dirigir, atualmente, é tão importante quanto aprender a andar.
Segundo Gescielly Tadei, para atender mulheres que tem dificuldade de adaptação ao trânsito, a clínica do Cesumar abre pelo menos duas turmas por ano para trabalhar o medo de dirigir e observa que quase cem dos inscritos são mulheres.
“Mulher é mais detalhista e tem um cuidado maior em tudo que faz e leva isso para o trânsito. Dirige com extremo cuidado e por isso tem mais medo de assumir riscos que o homem, que dirige com a certeza de que nunca vai bater”.
Mais cuidadosas
A avaliação da professora explica o que parece ser uma discrepância: o número de mulheres dirigindo aumenta quase na mesma proporção que os acidentes de trânsito. Entretanto, as mulheres se envolvem menos em acidentes, a ponto das seguradoras de veículos darem descontos de até 20%. “Se o proprietário do veículo for homem, o seguro vai custar mais”, explica uma corretora que pediu para ter a identidade preservada.
Segundo ela, essa regra não é oficial, mas está automatizada no sistema de cálculos das seguradoras. “Não temos uma tabela para homens e outra para mulheres, mas ao colocar os dados o sistema já faz essa diferenciação”, informou. Parte dessa diferença entre homens e mulheres, segundo Gescielly Tadei, surge em casa. “As meninas ganham bonecas e os meninos carrinhos. Dirigir é parte do homem, mas uma conquista difícil para as mulheres”.
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Fonte: O Diario.com

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Mortes no trânsito já superam as causadas por málaria e tuberculose

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os acidentes de trânsito já matam mais em todo o mundo do que algumas doenças letais como a malária e a tuberculose. E a previsão é de que a situação piore até 2030.
Nos países emergentes com elevadas taxas de crescimento econômico, cada vez mais pessoas vão tendo acesso a carros. É um enorme contingente de novos motoristas e pedestres que não tem familiaridade com os perigos do tráfego.
E muitas cidades não possuem uma infraestrutura viária adequada, o que expõe seus habitantes a riscos de acidentes de trânsito.
A OMS alerta que, se as ruas e estradas essenciais ao desenvolvimento de um país não forem construídas e administradas levando-se em consideração as pessoas que por ali trafegam, o preço do crescimento econômico pode ser elevado – a vida de milhares de pessoas.
Fonte: BBC Brasil

domingo, 3 de julho de 2011

Transportar crianças com segurança é lei

Transportar crianças com segurança é lei


Crianças precisam ser transportadas com os dispositivos adequados, que devem ser utilizados sempre no banco traseiro.
campanha cadeirinha Transportar crianças com segurança é leiVerifique a forma correta de instalação e esteja atento ao selo de certificação do equipamento. Saiba qual equipamento de segurança usar na hora de transportar a criança
Bebê-conforto no banco de trás, no sentido contrário do motorista.
Desde a saída da maternidade até completar um ano, a criança deve ser colocada no dispositivo chamado bebê-conforto durante o transporte de carro, mesmo que seja apenas até a esquina. Mesmo em curtas distâncias não se pode deixar de proteger os pequenos. Lembre-se de observar, além da idade, o peso e altura indicados nas instruções contidas no manual de equipamentos.

Da maternidade a 1 ano

O bebê-conforto deve ser colocado no banco de trás, voltado para o vidro traseiro e de costas para o sentido do trânsito. O equipamento deve ficar levemente inclinado formando um ângulo de 45° aproximadamente, deixando a cabeça, o pescoço e a coluna do bebê alinhados. Em caso de colisão, o bebê-conforto instalado corretamente funcionará como uma concha protetora que irá absorver a força do impacto.

De 1 a 4 anos

Cadeirinha no banco de trás.
Ao completar 1 ano a criança já pode passar para a cadeirinha, como é chamado o dispositivo de retenção indicado para crianças entre 1 e 4 anos de idade. Além da idade, você também deve verificar o peso e a altura indicados nas instruções do manual da cadeirinha.
A cadeirinha deve ser colocada no banco de trás, voltada para frente. Certifique-se que o dispositivo está instalado corretamente de acordo com as instruções de seu manual. O cinto da cadeirinha deve passar pelos ombros e quadril da criança. O cinto nunca deve ficar sobre partes mais frágeis, como barriga e pescoço.

De 4 a 7 anos e meio

Assento de elevação no banco de trás.
Crianças com quatro anos de idade devem andar no banco de trás do carro usando o assento de elevação (boosters). É importante verificar se a criança, além da idade, está de acordo com a altura e o peso indicados no manual do equipamento. Nesta idade, o cinto de segurança de três pontos do carro já pode ser usado passando pelo peito e coxa da criança. Nunca deixe que a criança deite esticando o cinto ou passe por debaixo do braço ou pelo pescoço. O cinto de segurança só é seguro quando usado de forma correta.

De 7 anos e meio a 10 anos

Cinto de segurança no banco de trás.
A partir de 7 anos e meio de idade, a criança não precisa mais do assento de elevação. Ela deve utilizar apenas o cinto de segurança, mas ainda no deve ser levada no banco de trás. Além da idade, é necessário verificar o peso, altura e a idade indicados no manual de instruções do veículo para o uso do cinto de segurança. Certifique-se que a criança está usando o cinto de forma adequada, passando pelo peito (faixa transvessal) e coxas (faixa abdominal). Somente crianças maiores de 10 anos de idade podem ser transportadas no banco dianteiro.
Alguns veículos não possuem banco traseiro. Excepcionalmente, e só nestes casos, você poderá transportar crianças menores de 10 anos no banco dianteiro, utilizando o cinto de segurança. De acordo com a idade, elas deverão ser colocadas nos equipamentos apropriados, com a utilização do cinto de segurança. Se o veículo tiver “air bag” para o passageiro, é necessário que você o desligue, enquanto estiver transportando a criança.

Fonte: www.transitoweb.com.br