terça-feira, 21 de setembro de 2010

SUGESTÕES PARA CONSCIENTIZAÇÃO NO TRÂNSITO COM SEGURANÇA



                           
[I] COMPANHEIROS MOTOCICLISTAS: vocês sabiam que o Denatran baixou uma série de medidas sobre o transporte de pessoas e cargas em motocicletas? Muitíssimo interessante, pois a maior parte delas é voltada para a segurança do motociclista e dos pedestres, ou seja, em benefício do trânsito como um todo.

Vale a pena conferir em

[II] Atenção, você que tem filhos e/ou netos, ou que gosta de pedalar nos fins de semana – no que faz muito bem, pois é muito saudável, conheça a portaria do Denatran que disciplina a matéria, e, agindo dentro da lei, livrar-se-á tentativas de “mordidas” ilegais.



Já ouviu falar em segunda placa para seu veículo? Pois vá naquele endereço e fique sabendo o que é.


SE AGORA VOCÊ É O MOTORISTA! LOGO, LOGO VOCÊ SERÁ O PEDESTRE. SEJA CONSCIENTE AGINDO COM SEGURANÇA E DISCIPLINA NUMA E NOUTRA SITUAÇÕES. Como motorista:Siga as leis do trânsito. Respeite os sinais. Respeite o próximo. Como pedestre: Observe as faixas. Espere o Sinal verde.

Morrempor dia, no Brasil, mais de cem pessoas. Isto equivale à queda de um avião da Ponte Aérea "Rio-São Paulo", todos os dias. Ou de um Air Bus A 330, a cada três dias!

"A educação é o instrumento capaz de formar cidadãos mais conscientes e preparados para enfrentar a vida e o trânsito"

Antônio J. C. da Cunha - (Rotary Club Duque de Caxias)
 Coordenador de Comunicação.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

SEMINÁRIO DO I CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SEGURANÇA E EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO

O CINTEP - Centro Integrado de Tecnologia e Pesquisa e os participantes do curso de pós-graduação em Segurança e Educação de Trânsito tem a honra de convidar para o

SEMINÁRIO DO I CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SEGURANÇA E EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO,

que se realizará no dia 21 de Setembro de 2010, dentro da Semana Nacional de Trânsito a partir das 19:00 hs no auditório do Centro de Educação da UFPB em João Pessoa/PB.

O evento é gratuito e aberto ao público.

Abaixo a programação do seminário.

Vamos juntos debater este tema tão importante para as nossas vidas, que é o trânsito.

PROGRAMAÇÃO

Abertura: 19h00

Dr. Otávio Machado Mendonça
Diretor do Departamento de Educação da UFPB

Dr. Gustavo Ferraz Gominho
Secretário de Segurança e Defesa Social
Presidente do Conselho Estadual de Trânsito da Paraíba
Tema: Atividades do CETRAN no Trânsito do Estado

Inspetor Valcir Correia Ortins
Superintendente do 14ª SRPRF- PB
Tema: Policia Rodoviária Federal e a Segurança no Trânsito

Cel. Wilde de Oliveira Monteiro
Comandante Geral da Policia Militar da Paraíba
Tema: A Polícia Militar e a Segurança no Trânsito

Cel. Francisco de Assis Silva
Superintendente do Departamento Estadual de Trânsito
Tema: Importância do curso de Pós-Graduação para o Trânsito da Paraíba

Dra. Laura Farias
Superintendente da STTrans - João Pessoa - PB
Tema: Contribuição do curso de Pós-Graduação ao Trânsito Municipal

Engº Nilton Pereira de Andrade
PhD em Engenharia de Trânsito e Professor do CT da UFPB
Agradecer em nome da Família do Dr. Jonas Pereira de Andrade

Cel José Américo Estrela Uchoa
Representante da I Turma de Especialização em Segurança e Educação de Trânsito

Encerramento feito pela Dra. Graciele Mendonça
Diretora do Centro Integrado de Tecnologia e Pesquisa




O CINTEP, PARABENIZA OS PIONEIROS DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SEGURANÇA E EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO 

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

No trânsito são 17 os pecados capitais do motorista


Tarde de uma segunda-feira, cruzamento das avenidas Marechal Deodoro e Marechal Floriano Peixoto, no Centro de Curitiba. Em 15 minutos, 161 motociclistas passam pelo local e, se fosse aplicado o rigor do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), 124 deles, ou 77% do total, teriam a habilitação suspensa. Esse foi o total de condutores de motos flagrados pela reportagem da Gazeta do Povo, neste curto espaço de tempo, trafegando pelo local com a viseira do capacete levantada – uma das 17 infrações que resultam na suspensão automática da carteira, segundo o CTB.


    A infração é a campeã no ranking do Detran do Paraná entre as ações que provocam suspensão automática da CNH. Somente no primeiro semestre deste ano, foram 3.463 carteiras de habilitação suspensas por esse motivo. Na seqüência, aparecem o uso de veículo para demonstrar manobra perigosa, com 2.174 motoristas multados; e dirigir sob influência de álcool ou entorpecentes, com 2.032. Entre as 10.957 carteiras suspensas no estado, no período, 69,7% do total foram por esses três motivos.

    Os números não incluem as suspensões decorrentes do acúmulo de pontos. Elas ocorrem quando os motoristas cometem infrações de menor gravidade e têm a habilitação suspensa ao completarem 20 pontos.

Gravidade

    O ato de suspensão é o mesmo para os 17 artigos do CTB que preveem a perda automática do direito de dirigir. O que varia é o valor da multa e o tempo que o condutor fica proibido de conduzir o veículo. No caso da direção sob influência do álcool, infração considerada mais grave, o valor da multa é de R$ 957,70. Além disso, o carro só é liberado para um condutor habilitado e o período de retenção da CNH é de 12 meses. Já as infrações que dizem respeito à demonstração de manobra perigosa e à condução de motocicleta sem capacete e sem o uso da viseira determinam a cobrança de multa de R$ 191,54, com o prazo de retenção da carteira variando entre um e três meses.

    Segundo a coordenadora de Habilitação do Detran do Paraná, Maria Aparecida Farias, a partir do recebimento da notificação, o condutor pode entrar com a defesa. Em caso de negativa, é preciso entregar a CNH e agendar o curso de reciclagem. Até o mês de agosto, 12.920 pessoas passaram pela reciclagem no estado.

    A severidade da punição provoca controvérsias e não só entre os multados. Para o advogado e consultor de trânsito Marcelo Araújo, a dificuldade maior é a definição de critérios. Ele diz que em muitas situações há subjetividade na avaliação do agente e cita como exemplo os casos de pessoas multadas próximo ao Hospital Evangélico. No local há uma rotatória e é comum que os carros entrem derrapando, mas sem causar danos a terceiros. ''Neste caso, o agente tem que ver o que é ou não razoável'', comenta. Quanto à falta do uso da viseira, Araújo defende que a responsabilidade de não usá-la é do condutor, já que o ônus de receber um detrito no olho é dele.

Queda

    Entre as três infrações que mais produziram suspensão automática da CNH no primeiro semestre deste ano, somente dirigir sob efeito de álcool ou entorpecentes teve um aumento expressivo – 23% –, em relação ao mesmo período de 2009. A multa por manobra perigosa teve crescimento de 3,3% e o total de motoristas punidos por uso do capacete com a viseira levantada sofreu queda de 17,5%.

    Para o advogado Marcelo Araújo, os números podem ser um sinal de que haja uma atenção maior dos agentes de trânsito para alguns tipos de infração consideradas mais graves, como dirigir sob efeito de álcool. A coordenadora de Educação para o Trânsito do Detran do Paraná, Maria Helena Gusso Mattos, afirma que, com relação ao álcool, o número de participantes dos cursos de reciclagem realmente foi maior no ano passado, com 28.505 aprovados. Isso seria reflexo do acidente envolvendo o deputado Carli Filho, em 2009, em que dois jovens morreram.

    Na época do acidente, o deputado não deveria estar dirigindo, pois somava 130 pontos na CNH. Ele não era o único nessa situação, porém. Milhares de motoristas que estavam com a carteira suspensa, mas que não a haviam entregue ao Detran, começaram a procurar o órgão na época, diante da pressão do governo, que ameaçava até prender quem não entregasse o documento.

    Para o tenente Silvio Cor deiro, do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), há outro fator que explica o aumento no volume de notificações. ''É uma consequência direta das fiscalizações frequentes que são feitas nas ruas da cidade. Desde 2009, são realizadas duas miniblitzes diariamente em Curitiba, além das operações padrões'', informa.

Multados dizem que ''estresse'' causa deslizes

    Um passeio pelo litoral do estado rendeu ao auxiliar de expedição Alessandro Gonçalves Ribeiro, 27 anos, um ano sem carteira de habilitação. No carnaval de 2009, Ribeiro foi pego em uma blitz na saída da balsa em Guaratuba. Pouco tempo antes, tinha ingerido algumas latinhas de cerveja com amigos. O teste do bafômetro acusou 0,5 de álcool e a suspensão imediata do direito de dirigir.

    Ribeiro recebeu a notificação em casa. Recorreu, mas resolveu entregar a CNH no Detran. O curso de reciclagem foi marcado para o início do mês de agosto. ''Achei que ia ser uma punição, mas foi muito bom porque relembrei coisas que já tinha esquecido.''

    Mas nem todos concordam com a punição. Para os motociclistas João e Marcelo (que não quiseram ter o nome completo publicado), a rotina estressante favorece infrações, que, na opinião deles, nem são tão graves assim. Os dois são motoboys e trabalham em uma empresa de entregas, no centro da cidade. Os deslocamentos têm de ser feitos em, no máximo, 20 minutos para fechar a meta de 15 entregas diárias. Pela pressa e pelo incômodo, eles confessam que nunca usam a viseira abaixada do capacete. ''Quando está calor, fica fervendo lá dentro. Se está frio e chove, embaça e, por isso, não dá para enxergar'', diz Marcelo.

    A dupla tem consciência de que o uso do equipamento é obrigatório. Mas eles ficam surpresos ao saber que poderia também gerar suspensão imediata da carteira de habilitação. ''Nossa! Já passei tantas vezes pelos guardinhas e nem sabia.'' Agora, mesmo sabendo do perigo de ficar no mínimo 30 dias sem poder trabalhar, eles admitem que vão manter a rotina. ''Vamos contar com a sorte!'', fala João, enquanto se prepara para uma nova entrega, e com a viseira do capacete levantada.

    As duas formas de ver as punições só confirmam a visão da psicóloga Maria Cristina Ribeiro sobre o assunto. Para a educadora de trânsito, a personalidade do condutor é um fator importante. O ato de transgredir muitas vezes vem de casa, quando o pai ou o responsável permite que o filho menor vá até a esquina de carro, como exemplo. ''O pai sabe que está errado, que o filho pode causar um acidente, mas imagina que nada vai acontecer.''

    O trânsito estressa, ela admite. Porém, o que não concorda é que isso seja motivo para a falta de cidadania. Em horas limites é que o temperamento do condutor vem à tona. Ameaçar pedestres na via pública é um exemplo disso. ''O motorista está estressado, tem um horário a cumprir, mas isso não é argumento para cometer delitos.''

Depoimento - Uma medida que está dando certo

Aline Peres, repórter

    Para quem desrespeita a lei de trânsito, conseguir 20 pontos na carteira é fácil, fácil. Basta ignorar todas as normas aprendidas na auto escola. Via de regra, jamais dá para dizer que uma carteira foi suspensa por falta de conhecimento do condutor.

    Recentemente, fui obrigada a passar pelo curso de reciclagem. Não por minha culpa, mas do meu marido. Como o carro da família está em meu nome, herdei os pontos dele (deveria tê-lo apresentado como o condutor infrator, como manda a lei, mas não o fiz). Uma realidade que percebi não ser só minha. Dos 25 participantes reunidos no fim de semana que participei da reciclagem, dez alegaram estar assistindo às aulas por causa de terceiros. Do restante do grupo, quatro motociclistas respondiam por rodar com a viseira do capacete aberta.

    Entre teorias e dinâmicas – que passaram por temas como sinais de trânsito, regras de tráfego, primeiros socorros, relacionamento interpessoal –, no último dia, em plena tarde ensolarada de domingo, o grupo enfrenta o desafio de sugerir mudanças na legislação. E se alguém imagina que as sugestões seriam para diminuir o rigor das punições está redondamente enganado. Entre quatro artigos apontados, todos disseram que a pena poderia ser mais severa.

Dirigir falando ao celular, por exemplo, na opinião do grupo, deveria deixar de ser infração média, para se tornar grave. É por isso que hoje defendo: curso de reciclagem para todos os motoristas que precisam renovar a carteira de habilitação.

Fonte: Gazeta do Povo (PR)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Vale a pena divulgar


ATÉ 2 ANOS ATRÁS, FAZIAMOS EM 35 MINUTOS UMA VIAGEM  RECIFE/ALDEIA, NUM TRECHO DE 26 KM.
 
HOJE ESTE MESMO TRECHO, DEPENDENDO DO HORÁRIO, FAZEMOS ENTRE 1 HORA E MEIA E 3 HORAS.

OBSERVEI QUE NO HORARIO DE PICO, JÁ CONTAMOS  DE ACIDENTES DE TRÂNSITO APENAS COM MOTOS ATÉ 6 ACIDENTES, SEM CONTAR COM OS  DE AUTOMOVEIS,  COM UM ÍNDICE DE 50% DE ÓBITO NO CASOS DE MOTOCICLISTAS NAQUELE INTINERÁRIO. 

OBRIGADO

GERALDO PINHEIRO 
R C Aldeia - PE

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

DESMISTIFICANDO MITOS E HÁBITOS ERRÔNEOS

Durante a noite, É OBRIGATÓRIO O USO DE FARÓIS BAIXOS.

Muitos motoristas trafegam apenas com lanternas (ou faroletes ou luzes de estacionamento) ligados.

Veja o que diz o Código Nacional de Trânsito, em seu artigo 40:

uso de luzes em veículo obedecerá às seguintes determinações:

I - o condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública;

E quanto ao pisca-alerta? Também há enganos, com muita gente usando o pisca em trânsito, quando a lei diz que (ainda no art. 40):

V - O condutor utilizará o pisca-alerta nas seguintes situações:

a) em imobilizações ou situações de emergência;

b) quando a regulamentação da via assim o determinar;

Viu?  E você acha que pode dirigir com o braço do lado de fora, pegando um ventinho? Pode não!

Veja:

Art. 161. Constitui infração de trânsito a inobservância de qualquer preceito deste Código, da legislação complementar ou das resoluções do CONTRAN, sendo o infrator sujeito às penalidades e medidas administrativas indicadas em cada artigo, além das punições previstas no Capítulo XIX.

Parágrafo único. As infrações cometidas em relação às resoluções do CONTRAN terão suas penalidades e medidas administrativas definidas nas próprias resoluções.

Aí vem o Art. 252:

Dirigir o veículo:

I - com o braço do lado de fora;
Infração - média;
Penalidade - multa.

Meus amigos, vamos conhecer mais o Código, para termos mais Paz no trânsito.

Uma boa semana a todos, sem acidentes.

Adilio Valadão.
Grupo ROTARIANOS NO TRÂNSITO

VELOCIDADE MÁXIMA DE 60 KM/H PARA AS MOTOS


O Projeto de Lei de número 7608/10, do deputado José Chaves (PTB-PE), está em análise na Câmara Federal e determina o uso obrigatório em motocicletas, motonetas e ciclomotores de um dispositivo para limitar a velocidade em no máximo 60 km/h. 

A intenção é tentar diminuir os casos de acidentes e, consequentemente, as mortes e mutilações, dando mais importância às vidas dos motociclistas do que à agilidade dos deslocamentos. Números do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostram que 7 de cada 100 acidentes com automóveis têm vítimas, e no caso das motocicletas essa proporção é de 71 para 100. Além disso, de acordo com o IPEA, os acidentes envolvendo motocicletas custam ao Brasil cerca de R$ 685 milhões por ano. 

“Esses números revelam a gravidade do problema, gerado, em grande parte, pela velocidade desenvolvida por esses veículos, que colocam os seus condutores em situação de risco permanente”, afirma o deputado José Chaves. Seria bom que o projeto de lei fosse aprovado, sem dúvida. Depois, alguém poderia pensar em limitações de velocidade também para os carros.

Fonte: JC On line

TRÂNSITO ESTÁ MATANDO MAIS DO QUE HOMICÍDIOS, DIZ IBGE

TRÂNSITO ESTÁ MATANDO MAIS DO QUE HOMICÍDIOS, DIZ IBGE

Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada no início do mês revela que os acidentes de trânsito mataram mais do que os homicídios em oito Estados brasileiros. São eles: Goiás, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Roraima, Tocantins, Piauí e Mato Grosso. Os dados são referentes a 2007, o que pode significar que o número é muito maior, já que a frota veicular do País aumentou de lá para cá, assim como os acidentes. O caso que mais chama a atenção é o de Santa Catarina. O Estado possui o menor índice de mortalidade por homicídio do Brasil (10,4), mas é o segundo com a maior taxa de mortalidade por acidente de trânsito, com 32,7 por 100 mil habitantes. O único Estado com taxa superior é Roraima, com 33,7. O IBGE abrange mortes em acidentes de transportes terrestres, aquáticos e aéreos, independentemente se ocorridos em via pública ou não. Quando as regiões são comparadas, o Sul é o único no qual o número de mortes por acidente de trânsito supera o de homicídios: 26,2 e 21,4, respectivamente.

Fonte: JC Online