segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Trânsito é que mais mata crianças

Os acidentes de trânsito representam hoje a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos no Brasil. Os dados mais atualizados do Ministério da Saúde apontam para em torno de 2,2 mil óbitos anuais por essa causa. Em Goiás, quase 500 morreram desde 2001, e em cerca de um quarto dos casos, a vítima era passageira de veículo automotor. O avanço das mortes no trânsito de pessoas dessa idade foi de mais de 100%.

É nesse contexto que entra em vigor, no dia 1º de setembro, resolução do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) que estabelece normas para o transporte de crianças. Até os 7,5 anos, elas devem viajar no banco traseiro usando dispositivo de retenção (bebê-conforto, cadeirinha, assento de elevação ou cinto de segurança). Com o objetivo de orientar o leitor sobre as regras e de informar sobre os riscos a que estão sujeitas crianças que são transportadas em desacordo com a legislação, o POPULAR publica, de hoje a quarta-feira uma série de reportagens sobre o tema. Hoje, especialistas analisam flagrantes fotográficos de crianças sendo transportadas de forma irregular em Goiânia.


Maus exemplos não faltam. É comum encontrar pais pegando os filhos na escola e os acomodando de qualquer jeito no carro. Viajam soltos ou no colo de adultos, aumentando o risco de morte e lesão em caso de acidente ou freada brusca. Sistemas de retenção instalados nos veículos e usados adequadamente pela criança reduzem em cerca de 71% o risco de óbito e de ferimentos, apontam estudos.


"Em um acidente, elas podem ser jogadas para fora. Uma criança que pesa 10 quilos dentro de um carro que trafega a 50 km/h, no momento do trauma pesará meia tonelada", diz o ortopedista e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot), Robson Azevedo.


"É ilusória a sensação dos pais de que irão conseguir segurar o filho no colo para que ele não seja ejetado durante uma colisão, já que a criança passa a ter um peso proporcional calculado conforme a velocidade do veículo", observa a pediatra paulista Simone Abib, da organização não-governamental Criança Segura.


Segundo a pediatra, diferentemente do que ocorre com o passageiro adulto, no caso da criança (dependendo da sua idade), se ela viaja na frente, a parte que primeiramente atingirá o painel do carro é o pescoço. "Isso provocaria lesão das vias aéreas e da coluna cervical, levando a óbito ou causando seqüelas permanentes, como a tetraplegia (perda dos movimentos do pescoço para baixo)", diz.


Alessandra Françoia, coordenadora-nacional da Criança Segura, considera que o Brasil vive um momento único em relação ao transporte seguro de crianças. 


"Nossa expectativa é de que haja redução do número de mortes e de sequelas causadas pela falta do uso do cinto ou dispositivo equivalente por crianças", avalia. Esta é a primeira vez, ressalta Alessandra Françoia, que se promove uma regulamentação sobre o assunto.

Fonte: Trânsito Seguro

domingo, 5 de setembro de 2010

Uso do capacete

RESOLUÇÃO 203 DE 29 DE SETEMBRO DE 2006
Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro demotocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizados equadriciclo motorizado, e dá outras providências.

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso da atribuição que lhe confere o art.12, da Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, e conforme o Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema Nacional de Trânsito.Considerando o disposto no inciso I dos artigos 54 e 55 e os incisos I e II do artigo 244 do Código de Transito Brasileiro,

Resolve:
Art. 1º É obrigatório, para circular na vias publicas, o uso de capacete pelo condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado e quadriciclo motorizado.

§ 1º O capacete tem de estar devidamente afixado à cabeça pelo conjunto formado pela cinta jugular e engate, por debaixo do maxilar inferior.

§ 2º O capacete tem de estar certificado por organismo acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – INMETRO, de acordo com regulamento de avaliação da conformidade por ele aprovado.

Art. 2º Para fiscalização do cumprimento desta Resolução, as autoridades de trânsito ou seus agentes devem observar a aposição, nas partes traseiras e laterais do capacete de dispositivo refletivo de segurança e do selo de identificação de certificação regulamentado pelo INMETRO, ou a existência de etiqueta interna, comprovando a certificação do produto nos termos do § 2º do artigo 1º e do Anexo desta Resolução.

Art. 3º O condutor e o passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado e quadriciclo motorizado, para circular na via pública, deverão utilizar capacete com viseira, ou naausência desta, óculos de proteção

§ 1º Entende-se por óculos de proteção, aquele que permite ao usuário a utilização simultânea de óculos corretivos ou de sol.

§ 2º Fica proibido o uso de óculos de sol, óculos corretivos ou de segurança do trabalho (EPI) de forma singular, em substituição aos óculos de proteção de que trata este artigo.

§ 3º Quando o veículo estiver em circulação, a viseira ou óculos de proteção deverão estar posicionados de forma a dar proteção total aos olhos.

§ 4º No período noturno, é obrigatório o uso de viseira no padrão cristal.

§ 5º É proibida a aposição de película na viseira do capacete e nos óculos de proteção.

Art. 4º O não cumprimento das disposições contidas nesta Resolução implicará nas sanções previstas nos incisos I e II do Art. 244 do Código de Trânsito Brasileiro, conforme o caso.

Art. 5º Esta Resolução entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias após a data de sua publicação, revogando os artigos 1º; 2º; e 4º da Resolução nº 20, de 17 de fevereiro de 1998.


ALFREDO PERES DA SILVA
Presidente
JAQUELINE FILGUEIRAS CHAPADENSE PACHECO
Ministério das Cidades – Suplente
JOSE ANTONIO SILVÉRIO
Ministério da Ciência e Tecnologia – Suplente
FERNANDO MARQUE S DE FREITAS
Ministério da Defesa – Suplente
RODRIGO LAMEGO DE TEIXEIRA SOARES
Ministério da Educação – Titular
CARLOS ALBERTO FERREIRA DOS SANTOS
Ministério do Meio Ambiente – Suplente
VALTER CHAVES COSTA
Ministério da Saúde – Titular
EDSON DIAS GONÇALVES
Ministério dos Transportes – Titular

ANEXO
I - DISPOSITIVO RETRORREFLETIVO DE SEGURANÇA
O capacete deve contribuir para a sinalização do usuário diuturnamente, em todas as direções, através de elementos retrorrefletivos, aplicados na parte externa do casco.
O elemento retrorrefletivo deve ter uma superfície de pelo menos 18 cm² (dezoito centímetros quadrados) e assegurar a sinalização em cada lado do capacete: frente, atrás,
direita e esquerda. Em cada superfície de 18 cm², deve ser possível traçar um círculo de 4,0 cm de diâmetro ou um retângulo de superfície de, no mínimo, 12,5 cm² com uma largura mínima de 2,0 cm.
Cada uma destas superfícies deve estar situada o mais próximo possível do ponto de tangência do casco com um plano vertical paralelo ao plano vertical longitudinal de simetria, à direita e à esquerda, e do plano de tangência do casco com um plano verticalperpendicular ao plano longitudinal de simetria, à frente e para trás.
A cor do material iluminado pela fonte padrão A da CIE deve estar dentro da zona de coloração definida pelo CIE para branco retrorrefletivo.
O CONTRAN definirá em resolução própria, as cores e as especificações técnicas dos retrorefletivos a serem utilizados no transporte remunerado.
Especificação do coeficiente mínimo de retrorefletividade em candelas por Lux por
metro quadrado (orientação 0 e 90°):
Os coeficientes de retrorefletividade não deverão ser inferiores aos valores mínimos especificados. As medições serão feitas de acordo com o método ASTME-810. Todos os ângulos de entrada deverão ser medidos nos ângulos de observação de 0,2° e 0,5°. A orientação 90° é definida com a fonte de luz girando na mesma direção em que o dispositivo será afixado no capacete.

II – DEFINIÇÕES
DEFINIÇÃO DE UM CAPACETE MOTOCICLISTICO
Tem a finalidade de proteger a calota craniana, o qual deve ser calçado e fixado na cabeça do usuário, de forma que fique firme, com o tamanho adequado, encontrados nos tamanhos, desde o 50 até o 64.

DEFINIÇÃO DE UM CAPACETE CERTIFICADO
Capacete que possui aplicado as marcações (selo de certificação holográfico/etiqueta interna), com a marca do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade-SBAC, comercializado, após o controledo processo de fabricação e ensaios específicos, de maneira a garantir que os requisitos técnicos, definidos na norma técnica, foram atendidos. Os modelos de capacetes certificados estão descritos abaixo nos desenhos legendados de 01 a 07:

VEJA MAIS

Antônio J. C. da Cunha - (Rotary Club Duque de Caxias)
 Coordenador de Comunicação

sábado, 4 de setembro de 2010

Dicas de estrada para Caminhoneiros

Pode até parecer bobagem, mas fazer um planejamento antes de cada viagem pode significar tranqüilidade e segurança para o carreteiro.

Como ninguém roda sem destino, vale a pena seguir o seguinte roteiro:

CHECAGEM DO CAMINHÃO:

Sistemas de freio, elétrico e de ar, pressão de óleo, dos pneus, abastecer
e verificar se os documentos pessoais, do bruto e da carga estão em ordem.

CARGA:

- Verificar arrumação, altura, cordas, lona, lacre etc.

VIAGEM

- Destino.
- Melhor caminho.
- Tipo de carga e cuidados a serem tomados.
- Planejar paradas para abastecer, comer e dormir.
- Saber se a cidade para onde vai tem muito roubo de cargas.
- Procurar saber o melhor caminho na cidade para chegar ao local da descarga.

ESTADO DO CORPO

- Dormir pelo menos seis horas antes de viajar
- Não ingerir bebidas alcoólicas
- Estar bem alimentado
- Estar sem problema de saúde
- Ter em mãos telefones da empresa embarcadora da carga, do destinatário e da família.

DURANTE A VIAGEM
- Evitar paradas desnecessárias.
- Não dar carona a estranhos.
- Parar somente nos pontos programados.
- Manter sempre atenção na rodovia.
- Dirigir com segurança e responsabilidade.
- Quando estiver viajando em comboio evitar brincadeiras.
- Obedecer as leis de trânsito e sinalização.

DURANTE AS PARADAS

- Nunca deixar o caminhão aberto ou com a chave no contato.
- Nunca deixar documentos, objetos ou valores expostos.
- Nunca falar com estranhos sobre a carga, paradas e destino.

EM CASO DE ASSALTO

- Nunca discutir com os ladrões.
- Não encarar os ladrões.
- Ficar atento e observar o tratamento entre os ladrões.
- Se for amarrado, não se desesperar.
- Quando estiver livre telefonar imediatamente para a polícia e transportadora.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Noite sem acidentes

ROTARIANOS NO TRÂNSITO APLAUDEM A INICIATIVA


Prefeitura realiza na Barra, campanha - "Noite Sem Acidente"

Nesta sexta-feira, dia 3 de setembro, Dia Municipal de Conscientização contra o Jovem e o Álcool no Trânsito, a partir das 21 horas, a Barra será o primeiro bairro da cidade a receber a campanha “Noite sem Acidente”. A iniciativa é da Coordenadoria Especial de Prevenção à Dependência Química (CEPDQ) da Prefeitura do Rio em parceria com a Subprefeitura da Barra e Jacarepaguá, a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), o Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci) e Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas.

A ação será realizada no Parque das Rosas, local que concentra bares e restaurantes, e muito freqüentado por jovens. 

A abordagem será feita de forma lúdica, distribuindo folhetos informativos com o objetivo de conscientizar a população quanto à importância de reduzir o número de acidentes envolvendo jovens alcoolizados ao volante de um automóvel. De acordo com especialistas, essa responsabilidade não é apenas do governo, mas também da família e da escola.

“A Barra atrai muitos jovens de outras partes da cidade que frequentam os bares, restaurantes e boates da região. Infelizmente, é grande o índice de acidentes com automóveis no bairro e que envolvem jovens. 

A Campanha escolheu esse dia, para lembrar a morte de 5 jovens na Lagoa Rodrigo de Freitas, ocorrida no dia 3 de setembro de 2007, que voltavam de uma festa e o motorista estava alcoolizado. 

"Apesar das leis, muitas pessoas não têm a consciência das conseqüências de dirigir após o uso do álcool principalmente o jovem. 

E com esse evento, visamos sensibilizar a sociedade carioca tornando o Rio uma cidade preventiva”, explicou a coordenadora Silvia Pontes.

Alfredo Peres, Diretor do Denatran escreve artigo sobre a Semana Naciona de Trânsito

SEMANA NACIONAL DE TRÂNSITO 2010
TEMA: CINTO DE SEGURANÇA E CADEIRINHA
A redução das lesões e mortes no trânsito é um desafio mundial. Mais de um milhão de pessoas de todas as nações são vítimas fatais de acidentes de trânsito. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), há cinco fatores que causam o maior número de mortes e lesões no trânsito entre os quais está a não utilização do cinto de segurança.
No Brasil, em 2008, de acordo com pesquisa da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), 88% dos ocupantes dos bancos dianteiros de veículos automotores utilizam o cinto de segurança. Provavelmente, este comportamento reflete ações de educação e fiscalização de trânsito que mobilizaram os cidadãos de forma eficiente. Prática de notável relevância para segurança do trânsito brasileiro haja vista que o uso do cinto pelo condutor e pelo passageiro do banco dianteiro reduz em 50% o risco de morte em uma colisão de trânsito.
Apesar disso,o mesmo estudo realizado pela SBOT indica que apenas 11% dos passageiros utilizam o cinto no banco traseiro. O risco de morte de um condutor utilizando o cinto de segurança, como resultado de um passageiro do banco traseiro sem cinto, é cinco vezes maior do que seria se esse passageiro estivesse retido pelo cinto.
Os acidentes de trânsito representam a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos no Brasil. Em 2008 foram registradas 22.472 vítimas não fatais de acidentes de trânsito, com idade entre 0 e 12 anos de idade e 802 vítimas fatais de mesma faixa etária (Dados Denatran).
Dentre estes acidentes de trânsito, estão os que vitimam a criança na condição de passageira de veículos. Neste caso é exatamente o uso do dispositivo de retenção, popularmente conhecido como bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação, que pode diminuir drasticamente as chances de lesões graves – e de morte – no caso de uma colisão.
O uso do cinto de segurança não é a forma mais segura para transporte de crianças em veículos, pois foi desenvolvido para pessoas com no mínimo 1,45 de altura. Por este motivo é necessário o uso de um dispositivo de retenção adequado às condições da criança.
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) realizou um levantamento de dados constituídos a partir da pesquisa “A balada, a carona e a Lei Seca”, realizado em 2009, em seis capitais brasileiras, onde registrou que apenas 2 em cada 10 jovens do ensino médio usam SEMPRE o cinto de segurança.
Nesse sentido, trabalhar pela utilização do cinto de segurança e dos dispositivos de retenção adequado às condições da criança é um desafio; um compromisso a ser assumido por todos os profissionais da área. Além de diminuir a taxa de mortalidade em acidentes, o cinto de segurança reduz a severidade das lesões sofridas pelos ocupantes do veículo em uma colisão. Acrescenta-se ainda que o cinto previne a ejeção de condutor e passageiros do veículo, comum em capotamentos. De acordo com o American College of Emergency Physicians, 44% dos passageiros que viajavam sem cinto e que morreram foram ejetados, parcial ou totalmente, do veículo.
Importante considerar que a prevenção de mortes e lesões no trânsito a partir da utilização do cinto de segurança impacta diretamente nos custos hospitalares e demandas de reabilitação.
O tema “CINTO DE SEGURANÇA E CADEIRINHA”, da Semana Nacional de Trânsito de 2010, possibilitará que os órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito promovam, à população em geral, ações de segurança a partir de um aspecto pontual. É uma oportunidade para suscitar reflexões, incentivar discussões e criar atividades que explorem com profundidade a real importância e necessidade do uso do cinto de segurança e dos dispositivos de retenção adequado às condições da criança. 

ALFREDO PERES DA SILVA
Presidente do Contran e Diretor do Denatran

Governo lança campanha sobre Semana Nacional do Trânsito

O tema deste ano é Cinto de Segurança e Cadeirinha
O ministro das Cidades, Marcio Fortes, e o presidente do Departamento de Trânsito (Detran) do Rio, Fernando Avelino, participam hoje (3) da entrevista coletiva que lançará a campanha sobre a Semana Nacional de Trânsito. O tema deste ano é Cinto de Segurança e Cadeirinha.

O lançamento será às 14h, na Superintendência de Direitos da Mulher do estado, no centro da capital. Com o slogan Segurança no Banco de Trás Evita Acidentes Fatais, a campanha tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da utilização dos dispositivos de retenção no transporte de crianças e do uso do cinto de segurança por todos os ocupantes do veículo, inclusive no banco traseiro.

Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que o uso do cinto reduz o risco de morte de bebês em 70% e de crianças pequenas entre 54% e 80% no caso de colisão. Já o uso do cinto de segurança pelo motorista e passageiro no banco dianteiro reduz o risco de morte em torno de 40% a 50%. No banco de trás, esse risco é reduzido em até 75%.

Fonte: Agência Brasil



Neste feriadão, viaje com segurança



O arquivo http://www.slideshare.net/rczago/segurana-dos-pneus-1878463 traz dicas super importantes sobre o uso correto dos pneus e nos sugerir cautelas com as quais, normalmente, não nos ligamos.

Já tive problemas em uma viagem Rio São Paulo. No retorno ao Rio, fui surpreendido com a descolagem da capa de um dos pneus (traseiro) que, embora novo, quanto à rodagem (quilometragem), tinha mais de 5 anos de fabricação. Ainda assim o fabricante me concedeu 50 % de desconto na aquisição de uma novo. 

E eu, por prudência troquei os demais. Fiquei sabendo que pneus com 5 anos de fabricação perdem as características de segurança, mesmo que com pouca rodagem.

Assistam, sempre que possível, o filme abaixo indicado.



Recomende-o a seus amigos, seus filhos e amigos de seus filhos
 

Outros sites sugeridos:
Alguns minutos assistindo poderão levá-lo para uma vida longa
e sem problemas no trânsito. Assista com paciência e fuja dos acidentes.
Seja prudente. Se vai dirigir, não beba.
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SEJA BOM CIDADÃO 
AGINDO COM SEGURANÇA E DISCIPLINA
Como motorista: Siga as leis. Respeite os sinais. Respeite o próximo.
Como pedestre: Observe as faixas. Espere o Sinal verde.



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Morrem, por dia, no Brasil, mais de cem pessoas.
Isto equivale à queda de um avião da Ponte Aérea Rio-São Paulo, todos os dias.
Ou de um Air Bus A 330, a cada três dias!





Antônio J. C. da Cunha - (Rotary Club Duque de Caxias)
 Coordenador de Comunicação